Será que eu sou gay? Será?

Será que eu sou gay? Será?

Imagino que você também já esteja de saco cheio daqueles vídeos no Instagram com a trend de caras dançando ao som de La Isla Bonita, da Madonna.

“O pau que rola na internet é que sou gay” — e lá vem aquela dancinha com os pezinhos pulando por aí.

Quem criou isso foi o influenciador João Inácio Júnior, e a coisa tomou uma proporção gigante, sendo replicada por todo tipo de perfil.

Mas o questionamento que trago aqui não é sobre a dancinha em si.

É sobre isso: você deve seguir trends nas redes sociais da sua empresa?

Antes dessa, tivemos a trend do filho fazendo o marketing da empresa dos pais, a do “Asoka Makeup” e tantas outras que aparecem e somem em semanas.

Muitos clientes me perguntam se devem entrar nessas ondas.

Minha visão é clara: se a trend não reforça o seu posicionamento ou a sua lógica de negócio, ela é apenas ruído.

Você quer ser visto como o especialista que resolve problemas complexos — ou como o “engraçadinho” que faz dancinha para ganhar visualização de quem nunca vai comprar de você?

Depende do seu negócio.

Se você vende moda, beleza, alimentação ou qualquer produto de consumo onde alcance e engajamento amplo fazem sentido — dance sem medo de ser feliz.

Se você vende consultoria, serviços B2B ou qualquer coisa onde a decisão de compra passa por confiança e autoridade — fique focado no seu ICP e no seu posicionamento.

Suas redes sociais são seu cartão de visitas. As pessoas te enxergam pela imagem que você transmite.

Aqui na agência, quando começamos a trabalhar com um cliente, uma das primeiras entregas é o manual da marca e o manual de posicionamento. O objetivo é simples: mesmo que o cliente produza o conteúdo por conta própria, ele nunca foge das diretrizes que definimos juntos.

Porque posicionamento consistente não é opcional — é o que separa quem atrai o cliente certo de quem atrai qualquer um.